Minera SIG
Usa a parte do processador que você liberar, com prioridade baixa: quando você precisa do computador, a mineração dá a vez. No notebook, pausa sozinha quando sai da tomada.
Queremos que os donos dos robôs sejam as pessoas, não as Big Techs.
O Sigma é uma rede de inteligência artificial feita de computadores comuns: o seu, o meu, o do vizinho. Quem liga o computador na rede ajuda a rodar a IA e recebe SIG por isso. Precisamos de você.
Grátis · código-fonte disponível · Windows, Linux e macOS · sem cadastro
10.000 SIG a cada 12 horas
saem aos poucos, um pouco em cada bloco, divididos entre quem está minerando, na proporção do trabalho de cada computador. Nenhum SIG sai de graça.
Quero minerarSem arredondar para cima. Sem número inventado. Se a rede cair, você vê aqui.
Conectando à rede…
Um programa só. No Windows, dois cliques. No Linux e no macOS, um comando (com Python 3.11 ou mais novo). Nada de instalar modelo, motor de IA ou outro programa: o Sigma cuida de tudo.
Crie uma carteira nova na hora, o jeito mais simples, ou cole só o endereço de uma que você já tem, como a da MetaMask. É para lá que vão os SIG.
Seu computador já está minerando. Daí em diante o Sigma trabalha sozinho: hospeda, roda IA e recebe por isso.
A rede nasceu com todos os saldos zerados. Na atualização das regras v2, ela cria uma única vez a carteira dos fundadores: 1 milhão de SIG, 1% do teto, para as primeiras necessidades do projeto (marketing, administração, infraestrutura). Ela é pública: o endereço, o valor e o bloco em que entrou aparecem no estado da rede, e qualquer um acompanha os gastos dela na Carteira. Fora isso, não há presente de boas-vindas nem venda antecipada: todo o resto do SIG sai da mineração, com as mesmas regras para todos.
A regra é uma só e está no código: a cada 12 horas, a rede imprime 0,01% do que ainda falta dos 100 milhões de SIG. Não tem dia de distribuição: o SIG sai aos poucos, um pouco em cada bloco, e é dividido entre quem minerou na última janela de 5 minutos já fechada, na proporção do trabalho de cada computador. Quem começa a minerar passa a receber em uns 10 minutos.
Como a conta é sempre sobre o que falta, o ritmo cai devagar. Nas primeiras 12 horas saem 10 mil SIG (uns 833 por hora). Em um ano, 7% do total. Metade de tudo leva uns 9 anos e meio. Ninguém chega primeiro e leva quase tudo: quem entrar daqui a anos ainda encontra SIG para minerar.
A taxa de 0,01% é a regra de hoje: a própria rede pode votar para mudá-la (de 0 a 0,5%). O teto de 100 milhões não entra em votação. Veja como a rede vota.
O SIG não é investimento e não tem preço de mercado. Ele serve para pagar e receber dentro da rede: IA, sites e computação. Ninguém aqui promete que ele vai valer mais amanhã.
| Quando | Sai em 12 horas | Total impresso | Do teto |
|---|---|---|---|
| 1º período (12 h) | 10.000 | 10.000 | 0,01% |
| 2º período (24 h) | 9.999 | 19.999 | 0,02% |
| 30 dias | 9.941 | 598.233 | 0,6% |
| 6 meses | 9.643 | 3.584.367 | 3,6% |
| 1 ano | 9.297 | 7.040.256 | 7,0% |
| 5 anos | 6.943 | 30.581.602 | 30,6% |
| 9,5 anos | 4.999 | 50.019.371 | 50,0% |
| 20 anos | 2.322 | 76.778.068 | 76,8% |
| 40 anos | 539 | 94.607.419 | 94,6% |
Nas Big Techs, a regra muda numa reunião fechada e você fica sabendo depois. No Sigma, a rede vota. Quanto SIG nasce, quanto custa hospedar, quanto a demanda pode subir o preço: tudo isso vai a votação, e o resultado vira regra sozinho, no código, sem ninguém apertar botão.
Qualquer pessoa propõe. Quem tem SIG vota no app, na aba Votações.
O risco, sem esconder: quem tem mais SIG tem mais votos. No começo, a carteira dos fundadores (1 milhão de SIG) tem mais da metade de todo o SIG que existe e, sozinha, pode decidir uma votação na hora; esse peso cai à medida que a mineração cria SIG novo. Por isso o debate começa aberto, no fórum. O teto de 100 milhões e o tempo da rede não entram em votação. E, enquanto um servidor do projeto ainda assina os blocos, o voto depende dele seguir o código: dividir esse poder é a próxima etapa.
Você não precisa entender nada disso para participar: o Sigma faz sozinho. Mas é bom saber o que acontece aí dentro.
Usa a parte do processador que você liberar, com prioridade baixa: quando você precisa do computador, a mineração dá a vez. No notebook, pausa sozinha quando sai da tomada.
Guarda cópias dos sites publicados na rede. Cada cópia rende aluguel em SIG.
A rede escolhe quais modelos de IA abertos ficam no seu computador, conforme a memória e o disco que você liberou. Cada modelo tem de 0,5 a 5 GB: o Sigma baixa, confere e responde os pedidos. Internet limitada? Desligue a IA no painel.
Você decide quanto de processador, memória e disco ceder. Liga e desliga a IA, pausa, fecha. Tudo num painel só, que abre no seu computador.
Exemplo do painel do Sigma: você muda cada limite quando quiser.
A inteligência artificial vai fazer boa parte do trabalho que hoje é nosso. Isso não tem volta. O que ainda está em disputa é de quem serão as máquinas.
A IA já escreve, desenha, traduz, atende e programa. A cada mês, faz mais. Quem for dono dessas máquinas vai ficar com o valor do trabalho que elas fazem. Do seu trabalho.
Hoje, meia dúzia de empresas é dona dos data centers, dos modelos e das regras. Se continuar assim, o futuro é um aluguel sem fim: você paga para usar o robô que tomou o seu lugar.
Existe outro caminho. Milhões de computadores passam boa parte do dia parados. Sozinho, cada um é pequeno. Juntos, rodam IA aberta sem depender do data center de ninguém, e o que essa IA ganha fica com quem emprestou a máquina. Se esse poder for das pessoas, o robô também vai ser.
Eles têm os data centers.
Nós somos muitos.
Não temos investidor, data center nem equipe de marketing. Temos uma ideia e gente que acredita nela. A rede é exatamente do tamanho das pessoas que participam: cada computador ligado conta, e conta muito.
Baixe o Sigma e deixe ligado. É a ajuda mais importante de todas, e leva dois minutos.
Baixar o Sigma →Mande este manifesto para quem tem medo de perder o emprego para um robô. E para quem acha que isso nunca vai acontecer.
Compartilhar →Com o SIG que você minerar, coloque na rede das pessoas o site do seu coletivo, do seu bairro ou do seu projeto.
Como publicar →Com o SIG que você minerar, traga um modelo de IA aberto para a rede e pague a hospedagem dele. Você recebe uma parte de cada uso.
Como apadrinhar →Em Python, sem dependências. Falta muito: vários validadores, entrega de sites pelas próprias máquinas, provas de armazenamento, auditoria dos tokens cobrados.
Ver o que falta →Critique, proponha, ajude quem está chegando. As propostas que vão a votação começam lá.
Entrar no fórum →Ficou alguma dúvida? Pergunte no fórum ou leia o guia completo.
Ao Sigma, não: baixar e rodar é de graça, sem cadastro. Mas computador ligado gasta energia, e a conta de luz é sua (veja “Gasta energia?”). Quem usa a IA da rede ou publica sites paga em SIG.
Para quem trabalhou. Cada pergunta à IA é paga por token, por quem pergunta, e vai 100% para a máquina que respondeu. A única parte que não fica com ela é o royalty que o padrinho do modelo escolheu (de 0 a 50%). A rede não cobra taxa e não queima nada.
Sites e modelos pagam aluguel às máquinas que guardam cópias: pelo disco que ocupam e, nos modelos, também pela memória que deixam reservada. Esse preço sobe com a procura: 1x com a rede vazia, até 4x com ela cheia. Assim, quando falta espaço, ganha mais quem empresta o computador.
Gasta, e vale fazer a conta antes. Minerando com metade do processador, um PC de mesa costuma gastar algumas dezenas de watts a mais; um notebook, menos.
A conta é: watts a mais × horas ligado ÷ 1000 = kWh. Exemplo: 40 W a mais, 24 horas por dia, 30 dias = 28,8 kWh. A R$ 1 por kWh, uns R$ 29 no mês (confira o preço do kWh na sua conta de luz).
O SIG não tem preço de mercado: isso é uma contribuição para a causa, não um investimento. Para gastar menos, baixe o uso do processador no painel ou pause a mineração. No notebook, o Sigma pausa a mineração quando você tira da tomada e volta sozinho quando você liga o carregador (dá para mudar nas Configurações, em “Minerar também na bateria”).
A mineração usa prioridade baixa: quando você precisa do processador, ela dá a vez.
A IA é diferente. Se a rede colocar um modelo aqui, ele fica carregado na memória (por padrão, até 40% da RAM). Quando chega um pedido, ele usa o processador e a placa de vídeo para responder. O motor que o Sigma instala roda com prioridade baixa, mas trabalha de verdade: enquanto responde, o computador pode ficar mais lento. Em computador com pouca memória, diminua a “Memória para IA” ou desligue a IA no painel.
Ninguém sabe, e desconfie de quem disser que sabe. Depende de quantos computadores estão minerando e da força do seu. O SIG não é investimento e não tem preço de mercado. Entre pela causa, não pela promessa.
Nós não vendemos SIG. Ele nasce da mineração (e, uma vez só, na reserva dos fundadores). Depois, passa de mão em mão dentro da rede: quem usa paga, quem hospeda recebe.
Sim, e preferimos dizer antes. A rede começou com todos os saldos zerados, e a atualização das regras v2 cria uma única vez a carteira dos fundadores, com 1 milhão de SIG (1% do teto), para as primeiras necessidades do projeto: marketing, administração e infraestrutura. O endereço é público e cada gasto dela aparece na Carteira. Além disso, os fundadores mineram com as mesmas regras de todo mundo.
Isso tem um efeito nas votações que é bom saber: no começo, enquanto a rede ainda tem pouco SIG, essa carteira sozinha tem mais da metade de todos os votos possíveis e pode decidir uma votação. Esse peso cai à medida que a mineração cria SIG novo.
Quem participa, votando. Qualquer pessoa abre uma votação de 10 dias deixando 10 SIG de depósito (que voltam no fim). Cada SIG vale um voto e fica travado até o fim, depois volta inteiro. A proposta passa se tiver mais “sim” que “não” e se pelo menos 1% de todo o SIG que existe tiver votado. Se um lado passa de metade de todo o SIG que existe, a votação termina na hora, sem esperar os 10 dias. Se a proposta muda uma regra, como a emissão ou o preço do aluguel, a regra muda na hora.
O risco: quem tem mais SIG tem mais votos. O teto de 100 milhões e o tempo da rede não podem ser votados. Entenda as votações.
Fora do Sigma Code, o app não roda código de ninguém: as tarefas de cálculo são só as que já vêm no app. No Sigma Code, cada comando passa por você antes de rodar, e cada mudança em arquivo também, a não ser que você mesmo libere.
Os modelos de IA são arquivos de dados, baixados do endereço que o padrinho registrou e conferidos pelo SHA-256 e pelo formato antes de carregar. Isso garante que o arquivo é exatamente o registrado, não que ele seja bom. Quem lê esses arquivos é o llama.cpp ou o Ollama, programas abertos de outras equipes. Se preferir não receber modelos, desligue a IA no painel: você continua minerando.
O painel só abre no seu computador. E o código-fonte vem junto no sigma.pyz: qualquer pessoa pode ler.
Lê, porque precisa ler para responder. No caminho, o servidor e quem olha a rede veem só bytes embaralhados: a pergunta vai cifrada e a resposta volta cifrada. Mas cada pergunta é sorteada para uma das máquinas que têm o modelo e leva a conversa inteira — numa conversa longa, várias pessoas diferentes da rede podem acabar lendo tudo o que você escreveu. E cada máquina é o computador de outra pessoa: o app oficial não guarda o que lê, mas quem controla a máquina pode mudar o programa e guardar.
E fica público na rede que você fez o pedido, quando, para qual modelo e quanto pagou. Não mande senha, documento nem segredo.
Só se você deixar. O Sigma Code é um agente de programação que usa a IA da rede, na aba Programar do painel. Você escolhe a pasta do projeto, e ele só mexe dentro dela. Cada comando passa por você antes de rodar, e cada mudança em arquivo também, a não ser que você mesmo libere. Arquivos de senha e chaves (.env, .key, .ssh) ficam de fora.
Cada passo do Sigma Code vai para uma máquina sorteada e leva tudo o que o agente já leu da pasta: ao longo de uma tarefa, várias máquinas de outras pessoas acabam vendo os seus arquivos. Cada uma precisa ler para responder, mas é o computador de um estranho. Não use em pastas com documentos pessoais. Cada passo é pago em SIG.
Porque o app é novo, ainda não tem assinatura digital e minera, e antivírus desconfiam de todo minerador. Antes de liberar qualquer coisa, confira se você baixou do endereço oficial e se o SHA-256 bate. Veja o passo a passo.
Pode, todos com a mesma carteira. Cada computador minera com a sua própria identidade, e os pontos de todos somam na carteira. O limite é de 256 relatórios de mineração por janela de 5 minutos para cada conexão de internet: folga de sobra para uma casa ou uma escola. Mas com CGNAT, comum na internet de celular e em muitas de fibra, vizinhos dividem esse limite. Entenda.
Não. A mineração usa o processador. Se você tiver placa de vídeo, o Sigma pode usá-la para rodar a IA mais rápido.
Pode. O endereço do Sigma é o mesmo da MetaMask, só muda o
começo: sig7e5f… é o mesmo que 0x7e5f…. Para minerar para a sua conta da MetaMask,
escolha “Só colar um endereço” no app. Não cole no app a chave da conta onde você guarda outras criptomoedas.
Ele para de minerar e de hospedar. O que você já ganhou fica na carteira, e o trabalho das últimas janelas de 5 minutos ainda é pago nos minutos seguintes.
Baixe o Sigma, informe sua carteira e deixe seu computador fazer parte do robô que é de todo mundo.
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